A Amanda desde o primeiro contato nos disse que queria um ensaio diferente. Conversamos sobre várias possibilidades, mas o que mais representava o casal era a essência aventureira, um dia com a gaiola, lama, pó e bastante sujeira. O local chamado playground, era afastado da cidade, e onde a família e os amigos costumam frequentar, foi perfeito para as fotos, pelo significado que carrega para o casal. Um dia ensolarado, com céu azul e um por do sol lindo que brindou a finalização das fotos por volta das 18h15.

No caminho para casa, a caminhonete que puxava a gaiola, furou o pneu. Paramos, Julio, marido da Amanda, pegou o step para realizar a troca, porém não tínhamos um ‘macaco’ compatível. Noite caindo, o frio chegando, pouca bateria nos celulares e sem sinal das operadoras. Amanda conseguiu, por sorte e depois de alguns minutos de tentativa, telefonar para um amigo, Dedão, que chegou para nos ajudar em mais ou menos 50 minutos. Conversa vai e vem, ficamos conversando sobre as estrelas, sob um céu lindo, sem poluição que só conseguimos admirar quando estamos afastados da cidade. Pneu trocado, preparamos para a segunda despedida da noite. Em menos de 1 km, o outro pneu da caminhonete fura (nessa altura estávamos um pouco mais da metade do caminho de volta). Sem um novo step, a Amanda ligou novamente para Dedão (que nessa altura já estava chegando em casa).

Dessa vez, estávamos no meio de um canavial alto, no escuro desacreditando da má sorte, mas ainda com bom humor. Julio foi com Dedão para a cidade, atrás de alguma borracharia para remendar o segundo pneu furado. Não sabemos ao certo qual foi o tempo exato que esperamos com Amanda, sempre tranquila nos contou de outras histórias que já aconteceram com eles. Ao chegarem nos contaram que não haviam encontrado ajuda, mas um amigo estava com eles para emprestar o step da sua caminhonete. O step emprestado não serviu, o único jeito era continuar a estrada com o pneu furado até o Aeroclube de Mogi Mirim, a alguns km de distância.

Ao nos prepararmos para a terceira despedida da noite, a bateria da caminhonete havia descarregado. Entre mais risadas, aguardamos o tempo necessário para o procedimento do carregamento, nesse momento estávamos em 7, cercados por uma noite intensa e por um mar de canaviais por todos os lados.

Seguimos para o Aeroclube, onde a caminhonete passaria a noite e nos despedimos pela quarta e última vez. Um ensaio que começou às 13h30 na casa da Amanda e do Julio e que só terminou por volta das 22h30. O dia ficou marcado na história, na nossa e na deles. Voltamos para casa com o coração feliz pelo resultado do ensaio e muita história para contar.

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